Numa altura em que tudo indica o IPCB e IPG venham integrar a UBI, o Estado vai financiar a construção da escola superior de artes aplicadas em C. Branco? Que lóbi é este da pérfida capital de distrito?
Não faz sentido. Ou então, alguem anda a brincar às universidades com o dinheiro dos contribuintes.

11 comentários:
O investimento não é do estado é da câmara de castelo branco e qual desperdício? É dinheiro bem gasto eu estudei na ESART e as instalações são péssimas.
"O investimento não é do estado é da câmara de castelo branco..."
Mas a Camara de castelo Branco não é Estado?Tá boa esta. se calhar o graveito vem de Marte.
A geinte ouve cada uma!
"É dinheiro bem gasto eu estudei na ESART"
eiste sim é um argumeinto que cala qualquer um ... e com esta me vou
Só tenho dúvidas quanto ao facto do IPCB integrar a UBI...
Por este andar, não me parece muito que seja isso que vá acontecer...
qual andar?
Castelo Branco só trata de betão.
A nova cadeia foi à vida.
A fábrica dos russos à vida foi.
A Cablesa vai dar o fora prá Roménia.
Esta merda da ESART vai formar artistas tipo cantinflas.
Palhaçada de governo.
Não acredito que o relvas vá na conversa de enterrar mais uns milhões no IPCB. No meio disto tudo safa-se o Morão, que deixa os restantes autarcas da região a milhas de distância. Quem dera à Covilha ter assim um presidente
Câmara de Castelo Branco substitui administração no financiamento de escola superior
O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) abriu concurso para construção de uma escola, com a Câmara local a assegurar o financiamento que caberia à administração central, explicou hoje o presidente do IPCB, Carlos Maia.
A Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) foi criada há 12 anos e tem funcionado em espaços adaptados da Escola Superior Agrária e do Cine-Teatro Avenida.
Há dez anos que o IPCB negoceia sem sucesso com a administração central o financiamento das instalações definitivas, chegando a ter verbas comunitárias aprovadas e faltar a contrapartida nacional.
Para Carlos Maia, "mais parece um folhetim, esta tentativa de convencer os atuais e anteriores governantes da importância da obra" para a ESART, que "tem tido um trajeto notável, reconhecido a nível nacional e internacional com vários prémios".
Segundo o presidente do IPCB, a obra está orçada em 5,1 milhões de euros e 70 por cento do valor (ou sejam 3,57 milhões) está garantido pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, mas só seria entregue quando fosse disponibilizada a parcela nacional (de 1,53 milhões).
À falta de disponibilidade da administração central, a Câmara de Castelo Branco assume o investimento, consubstanciado num protocolo celebrado com o IPCB, anunciou Carlos Maia.
As autarquias "não têm esta competência de construir edifícios para o ensino superior, apenas para o ensino básico, mas o presidente da Câmara reconheceu a importância da obra para a cidade e para a região", destacou Carlos Maia, congratulando-se com a disponibilidade do autarca, Joaquim Morão.
A decisão "permite agilizar o processo" de construção, que de outra forma continuaria dependente de promessas governamentais para inscrição de verbas no plano de investimentos do Orçamento de Estado.
Para Joaquim Morão, a situação já não é inédita. O autarca recordou que, já quando foi presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, foi preciso "pagar aos professores" para a vila receber um pólo do IPCB.
Joaquim Morão considerou que este "deve ser o único caso no país em que o Governo não põe dinheiro e é a Câmara que tem de financiar" uma escola do ensino superior.
De acordo com o presidente do IPCB, com o financiamento "totalmente desbloqueado" e o projeto aprovado, a instituição já lançou o concurso público para a construção das instalações da ESART, esperando que até agosto as obras arranquem.
As instalações definitivas da ESART vão ficar no Campus da Talagueira, que prevê ainda a construção do bloco central do IPCB e do edifício da Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias - o único que acabou por ser construído e que está a funcionar.
Para mais tarde deverá ficar a construção do bloco central, referiu Carlos Maia.
Ao lado daquele espaço está instalada também a Escola Superior de Tecnologia, passando o IPCB a ter várias escolas na mesma zona, o que permitirá rentabilizar recursos.
A Cablesa vai dar o fora prá Roménia
Essa é nova onde ouviste essa homem?
A delphi até 2017 não sai de Castelo Branco isso garanto vos eu e enquanto ela cá estar é uma coisa bom não só para Castelo Branco mas para todo o distrito pk trabalha muita gente da Covilhã na delphi.
O que está aqui em causa, para quem ainda não percebeu, é o seguinte:
1 - acabar com o regabofe em jeito de benesses concedidas aos politécnicos tanto na Guarda e Castelo Branco, como foi o caso, entre outros, da aprovação de licenciaturas, que já existiam na universidade da Covilhã.
2 - O desperdício significa que três instituições passaram a leccionar cursos em triplicado com o agravo de não existir qualquer complementaridade entre os subsistemas, universitário e politécnico. Por outro lado, o IPG e o IPCB nunca conseguiram afirmar-se pela diferenciação da natureza dos seus cursos. Este último chegou mesmo a propor tretas como guitarra portuguesa.
3 - num país com dez milhões de habitantes, os politecnicos só sobrevivem na junção destes com as universidades, de modo a criarem dimensão e massa crítica. Trata-se, justamente, duma lógica de optimização de recursos, que há muito devia ter acontecido na Beira Interior, mas também uma forma de erradicar o facilitismo que os politecnicos têm vindo a promover para captarem alunos improváveis; num sistema vocacionado, objectivamente para o financiamento.
É só isto.
grande morao
http://www.rtp.pt/noticias/index.php...=122&visual=61
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