Perante mai’um julgamento, dos
muntos que virão, o vereador mai’uma vez, dispara para todo o lado…
Chafurda o caos, bagunça a
noticia e confunde a opinião pública… triste figura!
Vejamos os falaciosos argumentos
num maléfico direito de resposta…
-Só haveria honestidade contada a
sua verdade, será? Quem faria o julgamento? A Radio?
-Fala do não encerramento de
empresa, porque nunca houve licenciamento. O mesmo tipo, que denunciava o encerramento
de uma piscina no Ferro, que ele próprio nunca licenciou…
- Pavilhão com 12 anos? Terá
esquecido que há 5, ainda era presideinte???
Será que governou sem passar por ali durante tantos anos? A ameaçadora “guarda
do tirano” (fiscalização de obras), não constatou nada? Ou teria instruções…
-Politico falido, mas quem manda
na agenda do burgo é a sua parda eminencia! Será? A sua prevaricação não deveria
ser falada, sem que mencionada outras, que a seu tempo serão notícia.
Mais uma vez a justiça é “zarolha”.
Zarolha, zarolha… mas lá encontrou um então peregrino, para lhe aplicar a pena…
para a personagem a graduação da pena, divide-se entre inocente e culpado,
serão inocentes aqueles que comparados com crimes maiores, devem ser inimputáveis.
Tristeza…
Conclusão. A 25 de janeiro mai’uma vez, senta o cu no mocho!!!
Em Fevereiro, Março, Abril…veremos quem por lá passará.
porque no te callas? e ispilicas-te ao Juiz? A justiça é que
tem de ser convencida. Escusavas de vir a insultar e expô-lo publicamente,
depois de eventual condenação.



