... e ainda com o agravo de ter uma auto-estima que pede alimento, bué alimento, por isso, o basbaque papa generosas doses de arroz à valenciana todos os Domingos para inchar o ego (delicias do mar, salsichas, um caldo Knorr e frango cozido, basicamente). Estabelece com ele, (o arroz) uma relação quase erótica e bastante ambivalente. Eheheheeh. Está provado que a privação do arroz amarelo tem efeitos nocivos ao nível emocional no basbaque covilhaneinse. Um estudo recente feito pelo carpinteira, revelou que uma grande percentagem basbaque (mais de 71%), fica estimulado sexualmente quando emborca o arroz à valenciana ao Domingo. Mas, basbaque que se preze não perde um único momento para vir ao carpinteira botar alarvidades... ora, dizia eu, que este cromo serventuário adora os repastos na ANIL, mesmo que o arroz mude de nome e passe a ser acompanhado com pato (ou a falta dele).
É isto, mais ou menos, um basbaque em potência. Há mais conceitos, mas agora tenho de ir. Eheheheh
6 comentários:
Boanoite
Lembro-me que essa obra foi mostrada aos cidadãos à coisa de dois anos atrás, acho que vai ficar na zona junto à Santa Eufemia.
Exmo senhor Tecelão, gostaria de saber o que é um basbaque, pode colocar a definição nesta página para posteriormente eu saber o que é.
O meu muito obrigado pelo esclarecimento
Um basbaque é o exemplar típico do covilhanense que vê a cidade a ser roubada pelo Sr. Pinto e Capangas e ainda bate palmas por cima.
Cumprimentos...
... e ainda com o agravo de ter uma auto-estima que pede alimento, bué alimento, por isso, o basbaque papa generosas doses de arroz à valenciana todos os Domingos para inchar o ego (delicias do mar, salsichas, um caldo Knorr e frango cozido, basicamente). Estabelece com ele, (o arroz) uma relação quase erótica e bastante ambivalente. Eheheheeh. Está provado que a privação do arroz amarelo tem efeitos nocivos ao nível emocional no basbaque covilhaneinse. Um estudo recente feito pelo carpinteira, revelou que uma grande percentagem basbaque (mais de 71%), fica estimulado sexualmente quando emborca o arroz à valenciana ao Domingo. Mas, basbaque que se preze não perde um único momento para vir ao carpinteira botar alarvidades... ora, dizia eu, que este cromo serventuário adora os repastos na ANIL, mesmo que o arroz mude de nome e passe a ser acompanhado com pato (ou a falta dele).
É isto, mais ou menos, um basbaque em potência. Há mais conceitos, mas agora tenho de ir. Eheheheh
Pois, mas ainda serão dois anos e tanto a sermos administrados desta forma corrupta!
Triste sina...
Será que isto não pode acabar antes!?
Excelente, Tecelão.
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