sexta-feira, 15 de setembro de 2017

tesorinhos opinativos



Ah pois é!..as cidades hoje não são nada como antigamente…
Ah pois é!...hoje em dia evoluem… evoluem!...fantástico!
Ah pois é!...passaram-se milhares de anos e só hoje em dia evoluem! Incrível!
Ah pois é!...passaram 4anos e evolução?...nada!... return to the past…
Diretamente do trono de ferro, eis que chega o iluminismo maquiavélico do regresso ao passado para retomar a evolução…purreiro!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Não ter vergonha na cara é isto. Ou então é ter a memória curta, Como se o subfinanciamento da UBI não tivesse origem ou não tenha passado tambem pelos governos de direita do PSD CDS. Esperemos que a UBI não alinhe em fait divers politicos, tipicos do festim eleitoral e do circo demagógico que por aí vem até 1 de outubro

“SE CALHAR ATÉ QUEREM FECHAR A UBI” Diz o sôtor freches. 
Rádio Cova da Beira


E não se lhe podia fechar a boca ?

a angústia do chapinhar sem onda…


(texto longo, se está com pressa não vale a pena começar a ler, deve ser lido com calma e atentamente)
Recebemos o comentário que destacamos junto da imagem. Como sempre reflectimos nele. Será que temos pânico/medo? 
Começamos pela consulta do significado: (www.priberam.pt) PÂNICO: 1)Medo, susto, eventualmente infundados. 2)Que assusta, súbita e violentamente, sem motivo. 
Define o mesmo dicionário, MEDO 1. Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários.

Haverá razão para haver consciência de perigo? Existe a ideia de que algo ou alguma coisa possa ameaçar a segurança ou a vida de alguém? SIM,há razão!
Não, há razão pelo medo do homem! Sim, pelo que representa e apresenta.

O “de novo”, representa uma manha urdida em pressupostos socialmente recrimináveis. Ungir de bênçãos um patriarca, difundir uma imagem de “piedade”, incutir sentimentos de culpa colectiva (morreremos de sede porque assim quisemos). Exorcizar qualquer covilhanense que tenta denunciar erros, tido como louco e insubordinado, promover o ódio e intolerância, a caça às bruxas, atentar contra a dignidade de pessoas e instituições. São métodos e pressupostos, sobejamente conhecidos e razão fundada para o alerta de pânico colectivo.

O medo é uma sensação de alerta de extrema importância para a sobrevivência das espécies, principalmente para o ser humano. A ele se deve a sobrevivência da raça e da sociedade. O displicente  medo da mein kampf foi ameaçador. Levaram todos, até que fomos nós!
Agrava o contexto, a monitorização do ensaio de afirmação da conjuração. Desde o afastamento do conjurado, é demais evidente cada passo da pretensa intentona. E disso demos conta. Paginas, perfis falsos, coincidentes no alvo, tempo e no modo com o chefe da fação, são prova irrefutável.
O “piedoso” argumento: “quem o afronta tem é medo”, é a prova do pânico que o próprio revela, perante a humilhação da derrota.
Já não está em causa a derrota, é óbvia! Chapinha sem onda.
Não acrescenta qualquer rosto que o credibilize, obriga-se a procurar transeuntes inocentes e apresentar fotografia de grande plano, para induzir a caça ao voto. Passados anos de conjura, são os mesmos. Sem convicção, arregimentados, obrigam-se a suportar o andor com o anjo da desgraça.
Nunca confiamos na criatura? Acreditamos no disfarce da avozinha do Lobo mau? É verdade. Assumimos medo? Assumimos. É perigoso? É! O capuchino deu-se mal. Assusta-nos o inopinado e a violência? Assusta. Ver repetida a desgraça a que votou a Covilhã é razão bastante. Chega!
Resta provar um resultado dizimador de qualquer réstia da conjuração. Qualquer resquício seria penalizador da sociedade covilhanense. Não há que ter medo do que é mau. Anuncia-lo é obrigatório. Previne, evita e erradica do colectivo as ervas daninhas.
Não há esperança sem medo, nem medo sem esperança.(espinoza)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Não é peilo "distrito"é peila região. Os covilhaneinses querem que o "distrito" se foda. Acabem de uma vez por todas com esta designação de merda que só nos tem subalternizado a castelo branco.


purgatório de Dante e o paralelo "de novo"

O purgatório de Dante, define um espaço transitório, para que os arrependidos, possam purgar pecados em função da sua gravidade e da vontade do pecador atingir o Paraíso, sendo certo que, a escolha do inferno e do céu foi opção em vida.
Define uma montanha, inversa á profundeza do inferno, onde tombam os pecadores. Mateus disse: ”Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares ultimo centavo”. Uma oportunidade última do arrependido purificar-se, pagando o ultimo centavo.
Acontece que, o finório busca o Paraíso, fazendo o seu próprio atalho, burla o anjo e eleva-se sem olhar a meios. A arrogância exibe desdém e gozo, por aqueles que acatam e permanecem nos terraços, pagando com sacrifício, a carga de pesados blocos de pedra.
Um caminho trafulha para o Éden.
Em política parece querer acabar-se com a “morte”, não admite um juízo final. Os mandatos não acabam. Interrompem-se! Comparam-se ao purgatório. Finório que se preze procura escapar. Repousa e prepara novo assalto… Acha-se “dono” do paraíso terrestre!
Na Covilhã a inspiração de Teotónio, ultrapassa o interesse do cidadão. É percebido como atalho. Um atalho, que favorece o alcance do jardim sem recuperação ou purificação.
Em política as chaves são do povo e o povo é severo com finórios! Jamais serão admitidos sequer na ilha do Purgatório, a profundeza do oceano é o seu único espaço de direito.