É um assunto recorrente no carpinteira.
O caminho por que envereda o PS local não é, seguramente, o melhor trilho, mas também não carece de grande roupagem explicativa, pois demonstra uma persistente e séria debilidade na política de renovação dos seus quadros, ao manter os jurássicos de sempre nos lugares costumeiros, Foi, aliás, uma das grandes tragédias da vida política no condomínio covilhaneinse, Por um lado, uma oposição, que nunca conseguiu cumprir o papel que lhe esteve destinado na Covilhã. Por outro, foram anos seguidos d’uma fantástica colecção de silêncios e trapalhices, num tal estado de morbidez que, ainda hoje, as suas funções de vida parecem estar suspensas. Juntemos-lhe algum colaboracionismo larvar com a Administração, mais a rocambolesca estória em torno das escolhas dos candidatos e delegados, que assumiram contornos grotescos, se não mesmo cómicos, reveladores d’uma pulsão primitiva que até mete dó.
Em suma. este PS local, é a expressão mais acabada da patologia originada pelo desabamento socialista, tanto no plano partidário, como no plano ideológico. Mas essa, era já outra estória e agora não tenho teimpo. Não aprenderam nada. É pena.

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