Não há emprego, não há greve, logo em breve não haverá greves.
O Paulinho vem ao estilo do discurso do preservativo de Bento XVI, lembrar aqueles que não podem fazer greve por não ter emprego.
Terão vouchers para o passeios de submarino.
2 comentários:
Anónimo
disse...
Tudo bem que direito ao protesto social é antes de mais um direito constitucionalmente consagrado. Depois há cultura sindical que apenas passa pelo protesto, não responsabiliza o individuo - antes o infantilizam, explorando os seus ressentimentos, medos e inseguranças. E não foi uma maioria dos trabalhadores portugueses responsável pela eleição deste governo e outros do PSD?. Então agora que amochem
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Tudo bem que direito ao protesto social é antes de mais um direito constitucionalmente consagrado. Depois há cultura sindical que apenas passa pelo protesto, não responsabiliza o individuo - antes o infantilizam, explorando os seus ressentimentos, medos e inseguranças. E não foi uma maioria dos trabalhadores portugueses responsável pela eleição deste governo e outros do PSD?. Então agora que amochem
A "prima" é levada do "buraco"!
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