quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não há emprego, não há greve.

Não há emprego, não há greve, logo em breve não haverá greves.

O Paulinho vem ao estilo do discurso do preservativo de Bento XVI, lembrar aqueles que não podem fazer greve por não ter emprego.

Terão vouchers para o passeios de submarino.


2 comentários:

Anónimo disse...

Tudo bem que direito ao protesto social é antes de mais um direito constitucionalmente consagrado. Depois há cultura sindical que apenas passa pelo protesto, não responsabiliza o individuo - antes o infantilizam, explorando os seus ressentimentos, medos e inseguranças. E não foi uma maioria dos trabalhadores portugueses responsável pela eleição deste governo e outros do PSD?. Então agora que amochem

Anónimo disse...

A "prima" é levada do "buraco"!