
Leio no semanário o O interior uma breve entrevista com a novel presideinte da AAUBI. Por entre algumas tiradas sensatas, destaco aquela parte em que ela diz que “as pessoas vêem a AAUBI como uma casa de fazer festas”
Bom, se calhar foi por isso que ninguém se admirou ao longo dos últimos teimpos com os sucessivos vazios da direçao da AAUBI. No fundo, o abandono do movimento associativo é o reflexo de uma turba geracional que nunca soube ter coragem para lutar pela sua própria existência. Sendo certo que as ultimas direcções da AAUBI, nunca funcionaram como grupo agregador de impulsos construtivos na discussão e reflexão de causas comuns dentro da UBI. Um grande numero de associações de estudantes - a AAUBI não é caso único - desde há muito que perderam o carácter interventivo e a defesa no interesse dos estudantes que representam na academia. Estão-se a marimbar para a canalha e optaram por gerir com empenho uns patrocíniozitos de modo a empolgarem umas festarolas com bejecas, para gáudio de um lote de universitários precocemente decadentes e vazios. Mas como isso, per si, não lhes basta, denotam, acima de tudo, uma preocupante e progressiva pobreza cultural; um modus vivendi de alguém que quer usufruir apenas de momentos, sensações e pouco mais. Mas o pior é que carecem de perspectivas de futuro. Por isso, alguém já os designou de geração perdida. É pena.
Ou se calhar não.
Bom, se calhar foi por isso que ninguém se admirou ao longo dos últimos teimpos com os sucessivos vazios da direçao da AAUBI. No fundo, o abandono do movimento associativo é o reflexo de uma turba geracional que nunca soube ter coragem para lutar pela sua própria existência. Sendo certo que as ultimas direcções da AAUBI, nunca funcionaram como grupo agregador de impulsos construtivos na discussão e reflexão de causas comuns dentro da UBI. Um grande numero de associações de estudantes - a AAUBI não é caso único - desde há muito que perderam o carácter interventivo e a defesa no interesse dos estudantes que representam na academia. Estão-se a marimbar para a canalha e optaram por gerir com empenho uns patrocíniozitos de modo a empolgarem umas festarolas com bejecas, para gáudio de um lote de universitários precocemente decadentes e vazios. Mas como isso, per si, não lhes basta, denotam, acima de tudo, uma preocupante e progressiva pobreza cultural; um modus vivendi de alguém que quer usufruir apenas de momentos, sensações e pouco mais. Mas o pior é que carecem de perspectivas de futuro. Por isso, alguém já os designou de geração perdida. É pena.
Ou se calhar não.
3 comentários:
Bem,
às x penso se a maneira como olhámos para as gerações que nos seguem e que passam por sítios por onde já andámos não tem um grau de saudosismo que nos turva a visão. No entanto em relação à AAUBI penso que não é o caso e assisto à distância e tristeza aos casos de desinteresse colectivo e dealguma forma concordo com aquilo que por aqui se tem dito. Mas é preciso termos uma mensagem positiva no futuro e deixo o testemunho de um jovem "bife" que roubei daqui:
http://tempodascerejas.blogspot.com/2010/12/comecando-semana-com-uma-voz-da-luta.html
nao concordo nada com o que foi dito aqui.
penso que quem escreveu nao tem conhecimento do conselho geral da ubi, e gerir com empenho uns patrocinioozitos que sao dados é o que tem feito com que a aaubi nao caia ;)
Anonimo,
o teu comentario é revelador da falta de tino que pulula pelas mentes estudantis. Então tu achas que o mais importante no movimento associativo são os patrocinios para bebedeiras? Valha-te Deus.
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