Tem a particularidade de ser invisivel . Mas, por outro lado, teve em vista o financiameinto do parque de esqui urbano (outra fantasia) mais uns jobs para os apparatchiks do condominio. Foi uma tanga bem vista sim senhor.



A verdade, porém, é que passado mais de um ano de volumosas promessas para o condominio, não há uma alminha, que consiga enxergar por aí, uma única ideia; repito, uma unica ideia que seja. No entanto, eles continuam com a meisma imagem austera e lacónica que cultivaram durante os últimos 16 anos; sem limitações e equívocos. Quais prestidigitadores a fazerem transitar, num toque de mágica, o futuro duma cidade da forma mais descarada de um mandato para outro.
As obras estruturantes continuam todas por fazer.
O receio de chegar ao seu ultimo mandato sem que nada de especial tenha realizado, ou que o recorde como presideInte da Câmara da Covilhã, levou o sô Administrador pinto a comemorar os 140 anos com uma pompa inusitada. embalado pela demagogia comemorativa e disposto a promover este exercício inútil de, subitameinte, reflectir sobre a urbe, para depois, como de costume, continuar a fazeir de conta que a cidade existe.
É este género de provincianismo bacoco, que torna a cidade neve, segurameinte, mais periférica e absurda do que já é. No fundo, bem lá no fundo, o sô Administrador pinto tem um lindo futuro atrás dele.
E a Covilhã também.



A todos os que fazem o favor de nos visitar, compartilhar o elevado respeito e consideração especial, pela Covilhã e a região,
negando a morte lenta, com sentido de cidadania e governança.
Desejamos-lhe um Feliz Natal , celebrando a sua tenacidade e existência,
Dedicando a todos nós Pablo Neruda:
Quem morre?
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pontos nos "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando o indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
A festança da fogueira é mais uma manifestação (tal como a arvein de natal) com raízes nos ciultos pagãos, na celebração do solstício de Inverno, que a Igreija tentou cristianizar ao fixar o dia do nascimeinto do Jasus, obviameinte com o fito de impor o seu dominio. Cá para mim, ignorante em matéria religiosa, só pode tratar-se duma reminiscência inquisitorial católica. Mas prontus, isso agora não interessa.
A verdade é que o Madeiro faz parte da tradição aldeã com fogueiras aceisas no centro da aldeia, ou no adro da igreija na véspera de Natal. Digamos que niunca foi uma festa urbana. Mas o profícuo maestro Cavaco acha que sim e faz muito bem. De maneira que nós também vamos lá estar para cumprir a tradição e beijar o Menino nas palhinhas deitado. Avisamos, no entanto, a basbacagem, que o teimpo vai ficar frio por eistes dias, (incluindo noites), por isso, o espírito da época impõe um certo recolhimeinto. Boas feistas. Nós regressamos após a consoada e o madeiro.
Agasalhem-se.

Atendendo á folga natalícia,
Reconhecendo o direito a ferias,
Reconhecendo o esforço e necessidade,
Daqueles que nos seguem sistematicamente por obrigação e dever de prestar informação superior;
Vimos informa-los:
Em respeito pela quadra não faremos critica aos vossos superiores, ficando assim dispensados de reports hierárquicos e envio de comentários grosseiros, ameaçadores e insultuosos á equipa do carpinteira.
Ide ao vosso merecido descanso, na certeza de que o vosso posto de trabalho não estará ameaçado depois das férias de Natal.
(É claro se preferirem poderão continuar a ver gajas nuas!!)


Prefácio,
Nunca poderíamos compreendeir, de todo, a complexa e diversa característica dos povos e cultiuras basbaques, que pastaram pelo condomínio covilhaneinse, se não fizéssemos menção à vinda dos Celtas; povo Indo-europeu que povoava grande parte do noroeste pátrio, e que à época já praticava a procriação medicameinte assistida.
Os Celtas chegaram ao condominio em meados do Século XIII aC, se a memória não me atraiçoa, instalando-se inicialmeinte por toda a encosta serrana ate ao limite da actual freguesia de Cantar Galo (...) Por essa altiura já os basbaques Lusitanos cá moravam, que é como quem diz os covilhaneinses primitivos, com um smell mais pró leite do que prá lã. No princípio, a basbacagem até achava uma certa graça a estes cromos loiros, de olhos azuis, e altos, tão altos que em muitas ocasiões superavam um metro e 76, e, ainda por cima, tinham uma dieta baseada num arroz amarelo acompanhado com a pastinaca, que por evolução semântica veio a chamar-se cherovia. (…) Bom , mas isto era no principio, onde reinava uma certa coexistêincia pacifica eintre os dois povos ...
Ora, algum teimpo depois, (aproximadameinte cinco séculos), os basbaques, deisde seimpre subjugados pela exótica beleiza das mulheres celtas, haveriam de fazeir jus à célebre expressão idiomática: quem não se seinte não é filho de boa geinte. Vai daí, e apesar da sua tolerância multicultural, resolveiram indignar-se com as sistemáticas piadinhas de mau-gosto dos celtas, ora sobre as carências da virilidade covilhaneinse, ora sobre a sua baixa estatiura, em média um metro e 50 e com bigode. (A paciencia tem, obviameinte limites). Foi então que os basbaques, iniciaram as hostilidades, e uma guerra sem tréguas com a vizinhança. De meimbro em riste, untaram as pontas das suas espadas, flechas e lanças com o letal ácido fálico e distribuíram friuta por tiudo quanto era rediuto do inimigo; de tal maneira que, como recompeinsa pela vitória, puderam fornicar à fartazana com o mulherio Celta (o que permitiu que a partir de então os basbaques ficassem um bocado, só um bocadito menos baixotes (...) Assim se inicia o longo periodo proto histórico basbaque, até à entrada em cena de outro cromo, o covilhaneinse Viriato. (Lá ireimos um dia deistes)
... sobrou uma galinha com bocados de pão no bico perseguida por criançinhas famélicas. Foi no minimo, deprimente, o debate entre Nobre e o camarada Chico Lopes. Sendo certo que ver os candidatos presidenciais botar argumentário gasto, de pouco adianta já para o cidadão comum. O mais importante, é ouvir o aviário de comentadores que vem a seguir, no pós debate, produzir alarvidades de tamanhos mil. E ainda faltam 40 dias…
Desde sempre que o mais famoso quadro do Mestre Leonardo esteve associado às mais intrigantes especulações. Desta vez, um investigador italiano, um tal de Vincenti, acredita que encontrou "mensagens ocultas" no mais conhecido quadro de Da Vinci, a Mona Lisa. O investigador, depois de ter analisado os três olhos da Mona, defende que as iniciais da modelo estão registadas muito subtilmente no seu olho esquerdo. revela em declarações ao "The Guardian".
Hum! Cá para mim, que sou um ignorante em arte pictórica, parece-me mais plausível, que Da Vinci tenha empregue uma técnica especial para reproduzir a sua propria imagem no quadro. Da Vinci pode ser, quanto a mim, uma reencarnação do emplastro, revelado por detrás da obra de arte. Ou seja, se observarmos directamente o sorriso de Mona, este desaparece, e só reaparece quando nos fixamos no espectro do filho de Pinto da Costa no canto direito do quadro. É uma teoria como tantas outras, que tem surgido na interpretaçao desta obra. Não sendo, pois, de descurar esta possibilidade, realmente impressionante, do mestre ter ocultado a sua identidade nas traseiras da misteriosa Lisa. Trata-se obviamente de uma especulação. Vale o que vale. Hehehehe